quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Viva com Paixão – 17 Novembro 2010

Acreditar no Amor?

A história desta semana:

Sempre que por qualquer motivo lhe falte tema para um jantar, fique a saber o seguinte: o mais eficaz desbloqueador de conversas e que dura uma refeição inteira já foi identificado: "Relacionamentos".
Como diz um poeta meu conhecido: "assim continuará a ser enquanto for um tema que ainda não está resolvido!"

Os relacionamentos nos dias de hoje são um desafio. Seja íntimos, familiares ou outros, manter relacionamentos hoje é um desafio. Os factores são variados e é possível que a geração a que pertenço tenha a responsabilidade de criar o novo modelo de relacionamento, onde cada indivíduo é único e o relacionamento é um caminho comum que se partilha. Uma espécie de terceiro caminho… Respeitar essas fronteiras e diferenças irá exigir seguramente um novo mind set. Vamos ver se estaremos à altura deste desafio ou se a solução ficará para a próxima geração.

Os relacionamentos que conhecemos até hoje, de um modo geral, pressupõe muitas vezes, implicitamente, que a felicidade de cada elemento da relação é da responsabilidade do parceiro.

Na minha visão, nada podia ser mais traiçoeiro. A felicidade de cada um pertence a nós mesmos.
A pergunta é: Que felicidade posso levar para a relação? em vez de: Que felicidade a relação me traz?

 As suas perguntas poderosas da semana:
O que hoje me faz sentir feliz?
Como posso, franca e abertamente, partilhar essa felicidade nos meus relacionamentos?
O que posso fazer ainda melhor para me sentir ainda mais feliz na minha relação?

 
Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

O Homem que deixou de acreditar no Amor

Era uma vez um Homem que deixou de acreditar no amor.
Era um homem feliz, bem disposto, extraordinariamente inteligente e instruído. Elegante e bom comunicador, encantava as plateias com as suas dissertações sobre o porquê "deixar de acreditar no Amor". Pelo seu encanto e fundamento, chegava mesmo a mover algumas consciências a juntarem-se à sua "causa" de deixar de acreditar no Amor.

Certo dia, num fim de tarde quente de Verão, enquanto passeava pelo parque da cidade, encontrou uma linda mulher chorando num banco de jardim. A sua beleza e tristeza sensibilizou-o e ao aproximar-se questionou-a:
- O que a faz chorar?
- Choro porque deixei de acreditar no Amor…
- Interessante, o que a faz pensar isso?
- Sempre fui uma mulher dedicada ao meu lar e à minha família e descobri que o Homem que amava, me traía e que não é a pessoa que julgava. Por esse motivo, deixei de acreditar no Amor.
- Eu, igualmente, também deixei de acreditar no Amor…

A partir desse dia, as suas afinidades de opinião, a forma semelhante de olhar perante a vida fizeram com que se relacionassem com muita frequência. Passavam o tempo juntos. Jantavam, divertiam-se, saíam juntos. Criaram uma amizade muito especial. Todos à sua volta se divertiam sempre que eles estavam juntos. Agora eram um bem humorado, elegante e bom comunicador par, que deixou de acreditar no Amor. Encantavam plateias com as suas teorias…

Certo dia o Homem teve de se ausentar por duas semanas a trabalho. Na ausência da amiga sentiu inesperadamente a sua falta e uma vontade incrível de voltar para perto de mesma.
No seu regresso ocorreu-lhe que esta sensação que agora sentia era especial e que TALVEZ isto fosse o tal "AMOR". Um amor especial, sem o compromisso, sem a responsabilidade ou o cobrar que ele outrora conhecera. O seu paradigma havia mudado: "Talvez eu tenho voltado a creditar no Amor…"

Assim que chegou falou com a sua amiga, que com alívio lhe confessou…
- Eu achei o mesmo, acho que o que nós temos é verdadeiramente o Amor.
Os bons amigos, eram agora um casal apaixonado e viviam momentos maravilhosos de amor e partilha. Viviam os melhores momentos das sua vidas.

Certa noite, como que por magia, uma estrela vem directa do céu e acaba nas suas mãos. Ele, radiante, com toda aquela luz contagiante nas suas mãos, sentira um arrepio de felicidade que  percorreu todo o seu corpo e iluminou, como uma fonte intensa de luz, o seu apaixonado coração.
Sentira a felicidade plena!

O seu entusiasmo foi tal que correu a ter com a sua amada e num acto de profundo amor lhe diz:
- Estende as tuas mãos!  Em de seguida coloca-lhe nas mãos aquela mágica estrela cintilante.
A sua amada, repentinamente recua, abre as duas mãos e a bela estrela despedaça-se em mil pedaços no meio do chão.

Desde então, o Homem que deixou de acreditar no Amor não mais se viu e a sua bela amada, hoje já idosa, ainda chora o facto de ter perdido o verdadeiro Amor da sua Vida.

O erro foi tão somente o Homem ter colocado nas mão da sua amada uma responsabilidade que apenas dependia dele… a sua felicidade.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Viva com Paixão – 10 Novembro 2010

A conquista do tesouro é inevitável…

A história desta semana:

Partilho convosco hoje a história que mais me inspirou e continuar a inspirar.
É a História que me tranquiliza nos momentos de maior sucesso e me entusiasma nos momentos de mais desafiadores.

E que me transmite hoje alguns dos meus princípios de Vida:
1. Inspira-te e Define o teu destino!
2. Decide apreciar cada momento desse caminho!

porque no fim, bem sei que…
a conquista do meu tesouro será inevitável.
O caminho é o que recordarei ou tentarei esquecer.

Escolha bem
agora!

 As suas perguntas poderosas da semana:
1- Que "tesouros" possuo hoje?
2- O que mais apreciei no meu caminho para atingir esses "tesouros"?
3- O que isso me faz pensar?
3- Que "tesouro" mais procuro no meu destino?
4- Como tudo isso me faz sentir hoje?

Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

O Tesouro de Bresa

Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo. Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso? Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objectos extravagantes. Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares.

Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.

Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido. E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "O segredo do tesouro de Bresa." Que tesouro seria esse? Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando. Mais adiante decifrou: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo génio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo."

Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro. Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialectos persas e o idioma dos judeus. Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.

Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.

Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse perfeito.

Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver no sumptuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.

Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.

No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.

Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerando sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:

- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que hoje possui. Afinal, Bresa significa "saber"...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Viva com Paixão – 03 Novembro 2010

A sua empresa este ano dá "felicidade" ou prejuízo?

A história desta semana:

Vejo a Vida como uma empresa.
O meu Activo são os meus Sonhos. O meu Passivo são os meus Medos e o meu Lucro é a minha Felicidade.

Esta altura do ano é porventura uma das melhores oportunidades do ano para fazer um balanço. Estamos perto do final de "um novo ano". Assim é! (não é falha de escrita). Se olharmos um pouco para trás, breve está o momento daquele brinde de ano novo, cheio de desejos, sonhos e determinações em relação às nossas concretizações de 2010. Parecia tão longo e agora parece precipitar-se velozmente para o seu término.

Este é um bom momento do nosso ano para festejar já os objectivos alcançados, assim como mudar estratégias de metas que entretanto consideramos que ainda são possíveis apenas necessitam de uma mudança rápida de estratégia, assim como alterar desejos e datas de concretização de sonhos de forma a que elas continuem a nos transmitir alegria e motivação pela sua concretização.

Este é o momento de transformar os nossos desejos em novas realidades e caminhar com entusiasmo até aos novos brindes… minimizando o nosso "Passivo", usando ao máximo os nosso "Activo" de forma a maximizarmos o nosso "Lucro".

Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
Que objectivos verdadeiramente importantes para mim defini para cumprir este ano?
Que objectivos já cumpri?
Que objectivos ainda acredito sejam possíveis de alcançar se mudar a forma como pretendo alcançá-los?
Que objectivos já não serão possíveis de concretizar este ano?
Que novas datas ou novos objectivos escolho ter?

Como tudo isso me faz sentir?

Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:


A
mosca tenaz


Contam que certa vez, duas moscas caíram num copo de leite.
A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Mas como a superfície era muito lisa e ela tinha as suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e afundou-se.


 

A sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz. Continuou a debater-se, a debater-se e a debater-se por tanto tempo, que, aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu, com muito esforço, subir e dali voar para algum lugar seguro.


 

Durante anos, ouvi esta primeira parte da história como elogio à persistência, que, sem dúvida, é uma hábito que nos leva ao sucesso, no entanto...


 

Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu num copo, desta vez, um copo de água. Como já havia aprendido na sua experiência anterior, começou a debater-se, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria. Uma outra mosca, que passava por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na ponta do copo e gritou: "Está uma palhinha ali, nade até lá e suba por ela" A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, continuou a debater-se e a debater-se, até que, exausta, afundou-se no copo cheio de água.


 

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente e ficamos em esforço para alcançar os resultados esperados, até que nos afundamos na nossa própria falta de visão?


Fazemos isso quando não conseguimos ouvir aquilo que diz quem está de fora da situação ou até mesmo o nosso próprio instinto.


 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Viva com Paixão – 27 Outubro 2010


 

Estou a Ser quem Sou realmente?

A história desta semana:

Esta é uma das minhas histórias/lições preferidas. Por isso escolho-a para a partilhar no dia em que comemoro o aniversário de nascimento de uma das pessoas mais importantes da minha Vida… e com o desejo que um dia saiba ler e contar ainda melhor estas histórias… Parabéns B!

Nós  temos necessidade de nos sentirmos relacionados com outras pessoas. Nesse sentido, ainda que a níveis distintos, todos sentimos a necessidade de ser reconhecidos, admirados e aceites. É uma forma (perigosa) de nós reconhecermos o nosso valor. E isso alimenta-nos.

Essas fragilidades levam-nos muitas vezes a que nos deixemos influenciar de tal forma pelos outros, as suas ideias e pelos seus interesses, que abdicamos daquilo que verdadeiramente SOMOS em troca daquilo que os outros gostariam que nós fossemos. Fazemos isso quando moldamos as nossas ideias, a nossa identidade, os nossos comportamentos, na nossa relação, no nosso emprego, no nosso ciclo de amigos… Fazemos tudo isso de forma a ganhar "aceitação" dos outros. O preço é caro! Perdemos a nossa própria auto-aceitação. E isso deixa-nos muito distantes de Nós.
A solução passa por escolhermos o que queremos ser, e vivê-lo!

Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
Quem Eu sou verdadeiramente? Sou o que Sou ou o que os outros querem que Eu seja?
Quem sou Eu na minha família?
Quem sou Eu na minha relação?
Quem sou Eu na minha empresa?
O que estou disponível para fazer já hoje para me aproximar daquilo que verdadeiramente quero SER?

Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:


Um cão chamado Poyoke

Certo dia, João comprou um cão. Chamou-lhe Poyoke. Poyoke era um cão pequeno, muito rápido, muito brincalhão e todos o consideravam extraordinariamente inteligente e astuto. Poyoke tinha uma perdição: logo que via uma bola a saltar, lá ia ele, disparado na sua direcção…

A relação entre João e o seu rafeiro era perfeita. O João era o dono, o Poyoke era o cão.
Sempre que João chegava a casa Poyoke ladrava, saltava, fazia festas, percorrendo os longos corredores da casa. João nem sempre vinha em disposição e por vezes nem um pequeno sorriso esboçava. Mas o nosso pequeno Poyoke, parecendo indiferente, no da seguinte lá estava, com toda a sua energia e determinação, aos saltos pela casa mostrando toda a sua alegria no regresso a casa do seu dono.
No fundo ele era um cão, e isso era o que qualquer cão fazia.

Certo dia João ao entrar na porta do seu prédio deu de caras com um lindo gato que tinha um miar celestial e melodioso. João ficou encantado. Claro que continuava a gostar do seu cão, mas aquele miar encantava-o.
Assim que João chegou a casa, sentou-se em frente do seu estimado amigo Poyoke e ensinou-o a miar. Poyoke era um cão inteligente e ainda que não entendesse bem o motivo, esforçou-se por imitar "um tal" miar. O miar não ficou perfeito, ainda assim o seu empenho aparentemente agradou a seu dono.
João ficou encantado. Com frequência contava orgulhosamente o seu feito aos colegas do escritório.

Tempos depois, João cruzou-se com um majestoso e encorpado cavalo. João adorava cavalos. Este cavalo era lindo, grande e forte. A primeira vez que o montou ficou encantado.
Logo que chegou a casa aproximou-se do seu pequeno Poyoke e disse-lhe: Poyoke, meu fiel amigo, levanta-te. De hoje em diante serás o meu cavalo. Vamos iniciar o nosso treino.

Poyoke empenhou-se… empenhou-se até à exaustão, mas poucos metros à frente a sua aventura como cavalo chegara ao fim. Poyoke e seu dono entenderam que aquele sonho não fazia mais sentido.
Poyoke, era um cão, nunca poderia ser um grande e majestoso cavalo.

Eis que nesse instante, João toma uma decisão repentina e inesperada. Decide abandonar o seu pequeno Poyoke. Na hora da despedida apenas lhe disse:

- Lamento… percebi agora que para além de entender que nunca serás um bom cavalo, o teu miar me irrita.

Poyoke partiu confuso e desgostoso. Só queria entender… Pensava, pensava, pensava!
Após várias semanas de angústia, de repente Poyoke parou. Sorriu... Descobrira!
Imediatamente começou a correu e a ladrar atrás de uma bola que saltava no parque.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Viva com Paixão – 20 Outubro 2010

O que escolhemos Ver para Ser?

A história desta semana:

Percepção é projecção…
 
Por algum momento já deu por si a pensar que alguém que estava diante de si, se estava a comportar de uma forma "carinhosa" ou "empenhada" ou "feliz"  ou "teimosa" ou "raivosa" ou "ciumenta" ou "invejosa"?

Pois bem, para termos qualquer destes pensamentos nas nossas mentes temos de conseguir – nos projectarmos – nesse comportamento. O mesmo é dizer, teremos que nos ver ou rever nesse comportamento, para assim entendermos que esse comportamento que agora analisamos, corresponde ao que no passado ou no presente nós vivemos. Assim faremos o match e classificamos cada comportamento dos "outros".
Dessa forma, é-nos comum ver um série de "problemas" nos outros… que no fundo nos pertencem ou pertenceram a nós!

Da mesma forma, se o nosso focus estiver preenchido com sorrisos mais fácil será ver sorrisos, se estiver preenchido com mentira e traição mais fácil será ver mentira e traição, se estiver preenchido com felicidade e amor mais fácil será de ver e Viver amor e felicidade.
Caprichosamente, independentemente do que escolhermos ver, previamente já estamos a sentir.

Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
1- Identifique 3 características fantásticas que as pessoas que lhe rodeiam possuem?
2- Como posso dar-lhes feedback dessas características para que se sintam motivados a manter?
3- Como posso aproveitar ainda mais essas características no meu dia a dia?
4- Que características me fazem sentir especial e a viver a minha verdadeira personalidade?



Hoje vou fazer diferente! 

Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

Critica destrutiva

Convidada a fazer uma exposição sobre a forma como escolhemos viver a nossa Vida, a conferencista compareceu perante o auditório superlotado, transportando um pequeno saco.

Após cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra que se encontravam sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.

Em silêncio, acendeu uma poderosa vela, enfeitou a mesa com dezenas de pérolas que trouxe num embrulho juntamente com várias dúzias de flores frescas e perfumadas. Logo após, retirou do saco diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com graça. Em seguida, colocou sobre a mesa um exemplar do Novo Testamento em capa dourada.

Depois, mantendo-se em silêncio, e diante do assombro de todos, depositou no meio dos demais objectos uma pequenina lagartixa, num frasco de vidro. Só então se dirigiu ao público perguntando:

O que é que os senhores vêm?

E a assembleia respondeu, em vozes discordantes:
Um bicho!
Um lagarto horrível!
Uma larva!
Um pequeno monstro!

Esgotados breves momentos de expectativa, a expositora considerou:

Assim é o espírito da crítica destrutiva e que reflecte a qualidade e prazer que tiramos das nossas Vidas, meus amigos! Os senhores não observaram o forro de seda alva, que recobre a mesa. Não viram as flores, nem sentiram o seu perfume. Não perceberam as pérolas, nem as outras preciosidades. Não atentaram para o Novo Testamento, nem para a vela faiscante que acendi no início. Ainda assim não passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...

E, sorridente, concluiu sua exposição esclarecendo:

Terão de escolher o que vão escolher Ver e Viver…
Nada mais tenho a dizer...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Viva com Paixão – 13 Outubro 2010

O empenho é essencial, o esforço é um desgaste…

A história desta semana:

Nós fomos preparados para obter sucesso. O que quer que sucesso represente para cada um de nós e a cada momento. De tal forma assim é que sempre que não obtemos "sucesso" nos sentimos "desconfortáveis"…

Ainda assim, a diferença entre ter sucesso e ter sucesso permanentemente requer uma estratégia mais sábia. Entendermos como estar perante as nossas conquistas e perante os momentos menos felizes assim como entendermo-nos cada vez melhor para usar o melhor que temos a cada momento é a chave para essa travessia… sem esforço, porque o empenho é essencial e o esforço um desgaste.


Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
1- Se acreditasse verdadeiramente no seu potencial, o que desejaria para a sua vida dentro de 1 ano?
2- Imagine por um instante que o seu potencial é ainda muito superior ao que acredita. O que mudaria já hoje?
3- Como estas reflexões lhe fazem sentir?


Hoje vou fazer diferente! 

Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:


Fazer durar o sucesso

O discípulo Goias e o seu mestre passeavam numa longa praia onde apenas o azul forte do mar quebrava a monotonia da cor dourada, que inundava o areal. Num determinado momento o discípulo disse:

- Mestre, o que pode o homem fazer para manter o seu sucesso, permanentemente?
O mestre fixou o olhar do seu discípulo e respondeu:

- Pegue num pouco de areia e feche a sua mão com toda a sua força...
Goias assim fez e reparou que quanto mais apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
- Mas mestre, assim a areia cai toda.

- Eu sei, agora abra completamente a sua mão.
O discípulo Goias assim fez e de repente um vento forte levou a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!

O mestre fez então um momento de silêncio e disse-lhe:
- Agora pegue outra vez num pouco de areia e mantém na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.

O discípulo experimenta então e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.

É assim que se faz durar o sucesso...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Viva com Paixão – 06 Outubro 2010

Prefere escolher ou ser "colhido"?


A história desta semana:


Quando em certas ocasiões nos encontramos aflitos e temerosos diante de situações menos fáceis e, aparentemente, sem soluções sentimo-nos fragilizados e hesitantes. Quando aparece alguém propondo uma saída, abraçamos a nova possibilidade sem o cuidado de verificar se estamos a caminhar em terra firme ou se nos dirigimos a um precipício.

A forma de garantir a nossa progressão em terra firme é conhecermos, onde estamos hoje, onde queremos chegar amanhã e qual o caminho que prevemos percorrer até lá, estando sempre disponível para, apreciando o caminho, alterar o nosso percurso.
Dessa forma podemos respeitar e superar os nossos momentos menos fáceis e assim escolhermos a nossas opções em vez de sermos "colhidos" por elas…

 As suas perguntas poderosas da semana:
1- O que hoje é verdadeiramente importante para mim?
2- O que verdadeiramente me apaixona fazer ou que faço com uma extraordinária performance?
3- Que tempo da minha semana uso hoje a fazer o que verdadeiramente me apaixona?
4- O que posso fazer já hoje para me aproximar ainda mais do que verdadeiramente me apaixona?


Hoje vou fazer diferente! 

Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

Guiados por Cegos

Certo dia estava uma senhora idosa, num canto de uma rua, confusa e hesitante na tentativa de fazer a travessia perante de um tráfego intenso.
Temerosa, ela não conseguia sair do lugar.

Finalmente aparece um cavalheiro que, tocando-lhe, pergunta se poderia atravessar a rua com ela.

Alegre e muito agradecida, a senhora agarrou o braço do cavalheiro e juntos partiram em direcção ao lado oposto.
Foi então que ela começou a ficar cada vez mais apavorada ao ver que o cavalheiro ziguezagueava pelo meio da rua enquanto buzinas soavam e travões eram bruscamente accionados com condutores a gritar palavras ofensivas.

Quando finalmente chegaram ao outro lado, ela, furiosa, disse-lhe:
- "Você quase nos matou. Você caminha como se fosse um cego!"

- "E eu sou! Foi por isso que lhe perguntei se podia atravessar a estrada com a senhora."