quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Viva Com Paixão – 07 Outubro 2009

A procura da felicidade…

A história desta semana:

A história desta semana é-me muito particular. O motivo prende-se com o facto de ser uma história que particularmente gosto de contar a amigos em momentos "especiais das suas Vidas"…

Um dos grandes desafios da sociedade moderna são as suas convicções. Deixamos esses pilares da nossa "experiência" (Vida) serem manipulados por grandes maquinas de "programação"; como sejam: televisão, "comentadores de vida", ídolos sociais, entre outros.

Todos esses mecanismos adormecem-nos e tiram-nos do presente e do contacto connosco próprios. Tiram-nos do contacto com a nossa "experiência" e do nosso "caminho".
Regra geral esses mecanismos usam uma estratégia de comparação com os outros e não connosco próprios, de resto, a estratégia chave para a infelicidade: comparar a nossa Vida com aquilo que nós… "pensamos", que é a vida dos outros; (chega a ser irónico!)

A  fase chave da nossa desastrosa "programação" é: Se fosse assim tão simples ser feliz, não havia tantas pessoas deprimidas e infelizes… Tal proeza está reservada "aqueles". Bingo! Mais uma Vida a favor dos "programadores" e menos uma "Experiência" disponível para fazer um mundo um pouco melhor e procurar activamente a sua Felicidade e Preenchimento… Mais uma vítima que Escolheu o caminho mais fácil!

Esta realidade existe. Agora Ou aceitamos Ou escolhemos uma outra que nos permita Viver.

Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
De que momentos da minha Vida mais me orgulho?
Quem quero verdadeiramente Ser? Pessoal, Profissional, Familiarmente.
Que acção posso fazer já hoje para me aproximar de quem Verdadeiramente quero Ser?
Como essa acção me faz sentir?



Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

O Barbeiro

Um homem foi ao barbeiro.
E enquanto lhe era cortado o seu cabelo fazia conversa com o Barbeiro.
Falava da Alegria e do Amor e do simples que era ser Feliz.

Passado algum tempo, o Barbeiro, incrédulo não aguentou:
- Deixe-se disso amigo, isso não existe!
- Porquê é que diz isso?
- Ora, se a Felicidade e o Amor fosse assim tão simples, não haveria tantas pessoas miseráveis, tão desesperados com a sua Vida e tão infelizes! Olhe à sua volta e veja a tristeza que existe no rosto das pessoas. É só andar pelas ruas e ver!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro!

O freguês pagou o corte e saiu. Quando viu um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba por fazer, suja, abaixo do pescoço…
Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:

- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!
- Como?
- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!
- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim!

- Agora, você entendeu.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Viva com Paixão – 30 Setembro 2009

Que realidade escolhe ver?

A história desta semana:

Na Vida escolhemos a cada momento o que queremos ver. A nossa percepção limita a nossa "realidade".
A nossa "realidade" filtra os nossos pensamentos, os nossos pensamentos induzem as nossas emoções e as nossas emoções condicionam as nossas acções.

Quando muitas vezes nos focamos exclusivamente nos problemas e nas dificuldades, estamos a condicionar o que vemos, o que acreditamos, o que sentimos e a forma como agimos. Transformando a percepção na nossa realidade, transformamos a nossa Vida… Para o Bem ou para o Mal, para os Recursos ou para os Problemas. A dimensão dos nossos problemas são "escolhidos" a cada momento, pela nossa percepção.

O comando das nossas percepções são as nossas perguntas. As nossas perguntas são o comando das nossas Vidas.

Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
Se ontem tivesse sido o último dia da minha Vida:
O que concretizei até ontem que me orgulha?
Quem eu verdadeiramente Amo e me Ama a mim?
A quem me sinto grato?
O que é que no dia de hoje me faz sentir feliz?


Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

Torne-se um lago

Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e bebesse.

- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
- "Mau " disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem colocou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz.
- Você sente o paladar do "sal" perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.

O Mestre sentou-se ao lado do jovem, agarrou a sua mão e disse-lhe:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas.

Deixe de ser um copo.
Torne-se num lago...

Excelente reflexão

Incentivar alguém a procurar a excelência não tira, em alguns momentos, o foco maior que é "SER FELIZ"? Ser "o supra-sumo da hortaliça" assegura a felicidade? Ou quando o formos iremos aspirar a sermos o "hiper-supra-mega-sumo da hortaliça"?

O autor deste texto que se segue é João Pereira Coutinho, jornalista.
Vale a pena ler!

"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar. Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima. Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!"

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Viva Com Paixão – 30 Setembro 2009

Que realidade escolhe ver?

A história desta semana:

Na Vida escolhemos a cada momento o que queremos ver. A nossa percepção limita a nossa "realidade".
A nossa "realidade" filtra os nossos pensamentos, os nossos pensamentos induzem as nossas emoções e as nossas emoções condicionam as nossas acções.

Quando muitas vezes nos focamos exclusivamente nos problemas e nas dificuldades, estamos a condicionar o que vemos, o que acreditamos, o que sentimos e a forma como agimos. Transformando a percepção na nossa realidade, transformamos a nossa Vida… Para o Bem ou para o Mal, para os Recursos ou para os Problemas. A dimensão dos nossos problemas são "escolhidos" a cada momento, pela nossa percepção.

O comando das nossas percepções são as nossas perguntas. As nossas perguntas são o comando das nossas Vidas.

Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
Se ontem tivesse sido o último dia da minha Vida:
O que concretizei até ontem que me orgulha?
Quem eu verdadeiramente Amo e me Ama a mim?
A quem me sinto grato?
O que é que no dia de hoje me faz sentir feliz?


Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

Torne-se um lago

Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e bebesse.

- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
- "Mau " disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem colocou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz.
- Você sente o paladar do "sal" perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.

O Mestre sentou-se ao lado do jovem, agarrou a sua mão e disse-lhe:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas.

Deixe de ser um copo.
Torne-se num lago...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Gestão de Tempo

Más Noticias: o tempo voa
Boas Noticias: você é o piloto

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A pequena diferença na definição de objectivos

O objectivo é um mecanismo essencial para o nosso desempenho.

Não recorrer dessa ferramenta é como pilotar um avião sem definir qualquer destino.
Que recursos são indicados? Teremos o combustível necessário? Faltará pouco ou muito para a viajem terminar? Teremos a aeronave indicada? Teremos que efectuar abastecimentos intermédios?

Ainda que tudo isso seja uma verdade inevitável para todos é recorrente escutar em função da pergunta: O que verdadeiramente deseja? - como resposta: O que eu não quero é…
E aqui reside o primeiro desafio da definição de objectivos: Focalização do “Eu não quero”, em vez do que “Eu quero”!Apenas sabendo o que queremos conseguimos mais facilmente perseguir.

O primeiro passo é entender a diferença.