quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Viva Com Paixão – 30 Setembro 2009

Que realidade escolhe ver?

A história desta semana:

Na Vida escolhemos a cada momento o que queremos ver. A nossa percepção limita a nossa "realidade".
A nossa "realidade" filtra os nossos pensamentos, os nossos pensamentos induzem as nossas emoções e as nossas emoções condicionam as nossas acções.

Quando muitas vezes nos focamos exclusivamente nos problemas e nas dificuldades, estamos a condicionar o que vemos, o que acreditamos, o que sentimos e a forma como agimos. Transformando a percepção na nossa realidade, transformamos a nossa Vida… Para o Bem ou para o Mal, para os Recursos ou para os Problemas. A dimensão dos nossos problemas são "escolhidos" a cada momento, pela nossa percepção.

O comando das nossas percepções são as nossas perguntas. As nossas perguntas são o comando das nossas Vidas.

Escolha bem!

 As suas perguntas poderosas da semana:
Se ontem tivesse sido o último dia da minha Vida:
O que concretizei até ontem que me orgulha?
Quem eu verdadeiramente Amo e me Ama a mim?
A quem me sinto grato?
O que é que no dia de hoje me faz sentir feliz?


Treine o seu pensamento – a recompensa é a sua vida.
(Este exercício tomará apenas 2 minutos. O seu sucesso pessoal vale 2 minutos por semana?)

E é por isso que esta semana vos conto a maravilhosa história:

Torne-se um lago

Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e bebesse.

- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
- "Mau " disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem colocou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz.
- Você sente o paladar do "sal" perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.

O Mestre sentou-se ao lado do jovem, agarrou a sua mão e disse-lhe:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas.

Deixe de ser um copo.
Torne-se num lago...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Gestão de Tempo

Más Noticias: o tempo voa
Boas Noticias: você é o piloto

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A pequena diferença na definição de objectivos

O objectivo é um mecanismo essencial para o nosso desempenho.

Não recorrer dessa ferramenta é como pilotar um avião sem definir qualquer destino.
Que recursos são indicados? Teremos o combustível necessário? Faltará pouco ou muito para a viajem terminar? Teremos a aeronave indicada? Teremos que efectuar abastecimentos intermédios?

Ainda que tudo isso seja uma verdade inevitável para todos é recorrente escutar em função da pergunta: O que verdadeiramente deseja? - como resposta: O que eu não quero é…
E aqui reside o primeiro desafio da definição de objectivos: Focalização do “Eu não quero”, em vez do que “Eu quero”!Apenas sabendo o que queremos conseguimos mais facilmente perseguir.

O primeiro passo é entender a diferença.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Lógica vs. Intuição

Pois é, a resposta correcta é:
o envelope custa 0.05 cêntimos e o selo, que custa mais um euro, custa 1.05 €. Só assim, ambos custam 1.10 €.

Esta é uma chamada de atenção para o facto de o nosso cérebro avaliar uma dada situação e, dependendo de como avalia a relação entre a velocidade e a precisão, decidir se há-de seguir atalhos. Os atalhos são ajudas preciosas. No entanto, levam-nos ao engano muitas vezes.

O psicólogo Daniel Kahneman e o seu colaborador Amos Tversky estudaram as regras de decisão e como estas influenciam o comportamento humano.

Na maior parte das vezes, o cérebro dá preferência à velocidade (o pensamento lógico requer bastante esforço). Interpreta os acontecimentos com base em regras que constrói com as experiências anteriores. Nas outras vezes, utiliza uma abordagem demorada e cuidadosa, adequada à resolução de problemas de matemática ou quebra-cabeças de lógica.

A resposta pronta ao problema que lancei é intuitiva. Atalhos mentais deste tipo são muito comuns. A maior parte do tempo, a resposta intuitiva é suficiente, mesmo que esteja errada.

É o que acontece com os julgamentos rápidos que fazemos, quotidianamente, acerca de pessoas que conhecemos mal. A forte tendência para atribuir, sem muitas evidências, grupos de características a determinadas pessoas é a forma mais rápida de decidir o nosso comportamento mas pode ser a causa de esterótipos e preconceitos.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Um problema de intuição

Tentem resolver rapidamente o seguinte problema: um envelope e um selo custam 1,10 euros. O selo custa mais 1 euro do que o envelope. Quanto é que custa o envelope?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Poema fantástico de Chico Xavier

“A gente pode
Morar numa casa mais ou menos
Numa rua mais ou menos
E até ter um governo mais ou menos

A gente pode
Dormir numa cama mais ou menos
Comer um feijão mais ou menos
Ter um transporte mais ou menos
E até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro

A gente pode
Olhar em volta e sentir que tudo está
Mais ou menos

Tudo bem

O que a gente não pode
Mesmo, nunca, de jeito nenhum,
É amar mais ou menos,
É sonhar mais ou menos,
É ser amigo mais ou menos,
É namorar mais ou menos,
É ter fé mais ou menos,
E acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar
Uma pessoa mais ou menos”